quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Condomínio em Aveiro [H2a]


Condomínio em Aveiro
P15-30a_ONi-Alboi27 [Hipótese 2a]

Dono de Obra
ONiatelier Pompilio Souto, L.da

Localização
Aveiro

Equipa Técnica
Coordenador e Autor
Pompílio Souto         Arquiteto e MA.UD Oxford Brooks University
Projetista(s)
Gil Moreira               Arquiteto

Dados Técnicos
Área de Implantação
233 mq
Área de Construção
680 mq
Área do Terreno
660 mq
Nº de Fogos
T0 (41 mq) x 5; T0 (39 mq) x 2; T1 (61 mq) x 6

Memória Descritiva
Estes são elementos gráficos da "Investigação de Oportunidade de Negócio Imobiliário" realizada por solicitação externa.
Este é (parte d)o Estudo de um Condomínio constituído por duas unidades (um Quarteirão) e mais uma (edificação isolada).
Organiza-se, na frente urbana, um Quarteirão no interior do qual se montam os acessos verticais. No espaço comum a edificação isolada participa acolhe funções do condomínio (Lavandaria, Arrumos, Duches e Cacifos) e, no piso elevado, de residência.
O conjunto dispõe de Pátio e Jardim; no Pátio funciona uma zona de Refeições Conjuntas, bem como o Estacionamento de Bicicletas e de Automóveis.







































































































Condomínio em Aveiro [H1]


Condomínio em Aveiro
P15-30a_ONi-Alboi27 [Hipótese 1]

Dono de Obra                                          
ONiatelier Pompilio Souto, L.da

Localização                                              
Aveiro

Equipa Técnica
Coordenador e Autor
Pompílio Souto         Arquiteto e MA.UD Oxford Brooks University
Projetista(s)
Gil Moreira                Arquiteto

Dados Técnicos
Área de Implantação
248 mq
Área de Construção
664 mq
Área do Terreno
660 mq
Nº de Fogos
T0 (40 mq) x 4; T1 (56 mq) x 9

Memória Descritiva
Estes são elementos gráficos da "Investigação de Oportunidade de Negócio Imobiliário" realizada por solicitação externa.
Este é (parte d)o Estudo de um Condomínio constituído por três unidades edificadas na frente da parcela, mais duas no seu interior.
Retoma-se o essencial da tipo-morfologia das edificações do Bairro e do modo de sua relação com o espaço público.
As unidades dispõem de Pátio e Jardim; no Pátio funciona uma zona de refeições conjuntas, bem como o Estacionamento de Bicicletas e de Automóveis. 






















este é um
NOVO COMEÇO
que espero bem sucedido








um abraço
Aveiro _ 07nov17; Pompílio Souto; Arquiteto

segunda-feira, 26 de novembro de 2012


É uma insanidade o que se está a fazer ao Albói!

Por omissão, ignorância ou interesses mesquinhos, vai-se infernizar a vida dos residentes para dar espaço à diversão noturna e oportunidade ao desmando, bebedeira e outras coisas ainda piores.

1)

Os Bairros antigos não são, apenas, "cenários" - bucólicos ou esquisitos -, nem os residentes "espécimes" - humanas extravagantes -, que se expõem à voragem parola de quem usa o recato e singularidade dos espaços para comportamentos indevidos ou fruições voyeuristas.

Os Bairros são comunidades, lugares e espaços, íntimos, ricos de uma vida com memória e laços com história. Tal como as famílias, gostam e sabem acolher visitas, mas rejeitam intrusos. E intruso é, não apenas quem se intromete, mas também quem lhe cria a oportunidade.

Num Bairro, o comércio e os serviços são os próprios disso – são apoios à residência – e a animação é a própria da vida que ai se faz – tem um carater gregário.

Obviamente que há festa, como em nossas casas, feita para os amigos e outros que presamos –, coisa que acontece nos dias e horas que nos convêm, ou, quanto muito, quando não nos perturbam.

Não perceber isto, é não perceber nada do que é básico na organização e gestão do espaço urbano e da vida das pessoas que o habitam: os cidadãos. Desrespeitar isto é uma violência, um disparte que todos pagaremos caro.

2)

No Albói a coisa – as esplanadas para a diversão noturna; o tráfego de atravessamento; a segmentação do jardim e os vários desrespeitos da lei –, faz-se em nome de um projeto estratégico e estruturante e transversal e incontornavelmente, dito – obviamente – "sustentável": o Parque da Sustentabilidade (PdS).

Para viabilizarem tal coisa – o PdS – a câmara a universidade e mais uns quantos, tiveram de se organizar numa "parceria" – "parceria para a regeneração urbana" -, e à volta deste conceito, num mesmo território, montaram um projeto que é a soma dos projetos do interesse de cada um.

À pala disso todos os envolvidos receberam algum do dinheiro que nós, e outros europeus, já antes tínhamos mandado para Bruxelas, dinheiro esse ao qual tiveram, obviamente, de juntar mais algum, neste caso apenas nosso e para somar ao(s) calote(s) (pelo menos de alguns).

Estava montada a cena: ninguém era – sozinho –, responsável pelo que andava (e anda) a fazer o parceiro, e a câmara, "coitada" – a mais causticada -, dizia-se "coberta" pelos doutos pareceres de uns e pelos silêncios coniventes dos demais, circunstância que a todos lá ia permitindo fazer o seu e passar, incólume, por entre os pingos da reclamação cívica.

Mas não passarão pelo julgamento das pessoas-de-bem, e da história. Quer os daqui que fazem, quer os outros que lhes dão a massa e o mando; quer os que se calam mas consentem, quer os que se demarcam mas se ficam: todos serão convocados.

Tudo isto e todos estes têm nomes e para memória futura, ou para quando o caldo entornar, e alguém vier a julgar os resultados – nalguns casos ilegais –, temo que o que prezo, quem estimo e os amigos envolvidos, não fiquem a salvo.

3)

Não chega que a Universidade – pela voz do Reitor, Prof. Doutor Manuel Assunção –, e que a ADERAV – pela do Eng.º Lauro Marques – se distanciem do processo e se demarquem de alguns resultados (*1). Não chega que outros parceiros (sem que se saiba), tenham desistido ou rejeitem a coisa. Não chega que, na Comissão de Acompanhamento do Projeto, o Prof. Doutor Carlos Borrego denuncie a insustentabilidade geral e específica, quer da iniciativa, quer de muitos das suas intervenções (*2). Não chega que um conjunto muito importante de cidadãos comuns (*3), ou com formação e desempenhos de referência (*4), venha a insurgir-se com o que se passa. É preciso que todos sejamos mais claros e consequentes.

Espera-se que todos esses – e mais os outros, a começar pelos parceiros e quem os apoia (*5) –, venham a público dizer o que se lhes oferece sobre o essencial do PdS e, muito concretamente, sobre o projeto de que aqui hoje se fala: o da instalação de diversão noturna no Albói.

Ao contrário doutros, penso que (pelo menos) alguns o farão, apoiados no bom senso ou na competência e, em qualquer caso, como expressão da verticalidade da respetiva postura cívica.

Veremos!

 
 
(*1),     Ver Diário de Aveiro de 5/11/2012 e 15/11/2012, respetivamente
(*2),     Em reunião da Comissão de Acompanhamento do Projeto realizada em 16/03/2012
(*3),     Amigos da Avenida, Plataforma Cidades e muitos outros individualmente
(*4),     Júlio Pedrosa, Carlos Borrego, Casimiro Pio e outros, nomeadamente, no manifesto de Plataforma Cidades de 28/05/2010.
(*5),   Fernando Marques, da Junta de Freguesia da Glória; Artur Calado, da Inova-Ria; Vítor Torres do Clube de Ténis de Aveiro; Manuel Assunção, da Filarmónica das Beiras e Jorge Silva, da Associação Comercial de Aveiro. Bem como Vitor Correia, da Companhia de Teatro "O Efémero"; Eduardo de Sousa (Atita), dos Amigos do Parque; Paulo Rebocho, da Associação Água Triangular; Fátima Mendes, Florinhas do Vouga; Ordem Terceira de S. Francisco; Paulo Domingues, da QUERCUS Aveiro. E ainda, Nuno Vasconcelos, da IHRU; Gonçalo Couceiro, do IGESPAR. E finalmente, Ana Abrunhosa e – sobretudo -, Pedro Saraiva, da CCDR-C.
            Não esquecendo, obviamente, os académicos e os investigadores (de algum modo ligados ao Projeto), nomeadamente, Artur da Rosa Pires; Liliana Xavier de Sousa; José Claudino Cardoso.
            Mas também, Carlos Marques, do Conservatório de Música de Aveiro; Manuel Assunção, da Universidade de Aveiro e Lauro Marques, da ADERAV, que já se afastaram do projeto, ou se distanciaram de alguns resultados, mas nada disseram deste – o do Albói – que é, obviamente, o que maior impacto sociocultural terá, para os cidadãos, no curto prazo.


Aveiro_20NOV12; Pompílio Souto; Arquiteto

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

...e pronto; por hoje é tudo...

...




e pronto; por hoje é tudo...





PompílioSouto
20OUT09




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Casa Mãe da Santa Casa da Misericórdia de Ovar

CV
atelier Pompílio Souto, L.da
Ficha de Projecto


Referência e Designação
P0-13
Casa Mãe da Santa Casa da Misericórdia de Ovar
P0-13
[Casa Mãe _ Lar de Idosos] Empreitada 3

Autoria e Conteúdo
. Autor: Pompílio Souto // co-autor; Gil Moreira
. Projecto de Arquitectura e Especialidades.
. Recuperação, Reabilitação e Ampliação dos Espaços e das Infra-estruturas de serviço necessárias ao funcionamento do Lar de Idosos (*1) da Santa Casa da Misericórdia de Ovar (*1).
Edifício de três Pisos, com a valências e funções que seguem:
. Provedoria Administração e Auditório (*1)
. Sala Polivalente (*1)
. Creche e Infantário (*1)
. Lar de Idosos _ Duas Unidades em execução
(*1), Outros Projectos de que somos Autores, com Obras já realizadas, com a nossa Assistência Técnica

Conceito base:
Conferir uma "nova imagem" ás edificações existentes, que – sem subverter as respectivas "linguagens" –, suscite, por um lado, a sua leitura como a de um "conjunto qualificado, seguro e eficaz" e, por outro lado, seja "aprazível" no uso.

Disciplinas
Arquitectura e Engenharia(s)
Dono de Obra e Local
. Santa Casa da Misericórdia de Ovar // Ovar
Área de Intervenção (ai); Área de Implantação (ai); Área de Construção (ac)
. 3 000,mq . 1 000,mq . 3 000,mq
Valor da Obra (vo)
. € 1 500 000, (+ IVA) [-]
Estado do Projecto & Obra
. Projecto de Execução; Entregue // Assistência Técnica; em curso [20OUT09]

Planta do Rés-do-chão

Corte

Alçado




Projecto do Edifício CESAM

CV
atelier Pompílio Souto, L.da
Ficha de Projecto

Referência e Designação
P9-03
Projecto do Edifício CESAM;
Centro de Estudos do Ambiente e do Mar - Universidade de Aveiro
-

Autoria e Conteúdo

. Autor: Pompílio Souto // co-autor; Gil Moreira
. Projecto de Arquitectura e Especialidades.
. Cria os Espaços e as Infra-estruturas de serviço necessárias ao que segue:
Piso 1 [4+2] Laboratórios, [7] Gabinetes, [1] Central de Equipamentos, [1] Arrumos, [1] Casa das Máquinas, [1] Instalações Sanitárias, [1] Circulações, Escadas e Elevador;
Piso 2 [1] Entrada, Recepção e Escada, [1] Secretaria, [1] Gabinete (direcção), [1] Auditório e Sala de Reuniões, [1] Sala de Mestrandos, [2] Laboratórios, [3] Gabinetes, [3] Instalações Sanitárias, [1] Circulações, Escadas e Elevador;
Piso 3 [1] Sala de Doutorandos, [4+2] Laboratórios, [6] Gabinetes, [1] Instalações Sanitárias, [1] Circulações, Escadas e Elevador.

Conceito base: "Espaço de Referencia Energético-Ambiental", "Edifício Urbanisticamente Integrado" e "Peça Arquitectonicamente Singular Contextualizada".

Disciplinas
Arquitectura e Engenharia(s)
Dono de Obra e Local
. Universidade de Aveiro // Campus Universitário; Aveiro
Área de Intervenção (ai); Área de Implantação (ai); Área de Construção (ac)
. 800,mq . 600,mq . 1 800,mq
Valor da Obra (vo)
. € 1 500 000, (+ IVA) [s/ conteúdos]
Estado do Projecto & Obra
. Projecto; Aprovado // Projecto de Execução; em elaboração [20OUT09]

Planta do Piso 1

Planta do Piso 2

Planta do Piso 3

Corte Transversal

Alçado Nascente

Alçado Poente

Alçado Norte

Alçado Sul